Morte ou Independência


Morte ou Independência?

A independência de um povo inicia quando se conquista a liberdade política e econômica. Um país independente não se submete a interesses de grupos econômicos, nem a de uma minoria que se esconde atrás da caneta do executivo, da tribuna do parlamento e das togas do judiciário,  que na maioria das vezes defendem somente seus interesses individuais.

Independência é agir de forma coletiva, respeitando o estado de direito e suas Leis; é compreender o significado de coletividade e horizontalidade.

Nos dias atuais podemos dizer que ter independência é materializar mecanismos de participação direta, sem filtro e exercendo a plenitude do conceito democracia. A nova sociedade não quer e não aceita seguir idéias pré-determinadas por um grupo que está nos poderes, não se aceita mais subordinação do legislativo, malversação  dos executivos, seletividade do judiciários e principalmente a tentativa de alienação por parte da grande mídia que no Brasil querem ser o quarto poder destilando doses diárias de preconceito, arrogância e parcialidade.

Diante do exposto, pergunto a você caro leitor:

Qual independência comemorar-se-á nesse momento que estamos vendo o país mergulhar na cretinice de um governo usurpador, medíocre, destruidor de direitos e completamente ajoelhado ao capital internacional?

Pergunto mais ainda: Será que estamos exercendo o papel de cidadão participativo e cobrando nossos direitos aos representantes que colocamos nos espaços legislativos e de governança?

Pois bem, cabe a cada um refletir sobre a nossa independência ou morte que foi tão propagada no Rio Ipiranga ao se libertar de Portugal.

Mário Dias

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  1. Claudeir Santos disse:

    Texto muito bom. Boa reflexão.

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