A rejeição à classe política dificultará as eleições de 2018 para os candidatos


O resultado das eleições deste ano pode surpreender mais do que advertem os que dizem que serão atípicas.

A rejeição à classe política é algo que tende a aumentar, o que pode fazer a abstenção, somada aos votos nulos e brancos, bater na casa dos 50%, ou mais que isso.

Não vão bastar as cores e a beleza externa dos invólucros, mas o peso que carregarem.

Também não bastam os bons índices de intenção de voto, principalmente quando a disputa for para cargos majoritários, como já publicou NE Notícias.

Os “mesmos” que aí estão, precisam ter fortes grupos engajados nas ruas, de casa em casa, de porta em porta.

Se não tiver grupo, e grupo fortemente engajado, melhor estar entre os considerados “outros”, que os supostamente grandes tendem a desmerecer, mas que podem surpreender, como aconteceu na recente eleição para a Prefeitura de Aracaju, quando Dr Emerson quase bate o inquilino de plantão.

Quem quiser duvidar, fique à vontade, mas se os candidatos a governador forem Belivaldo Chagas (MDB ou PSD), Antonio Carlos Valadares (PSB), André Moura (PSC ou MDB), Dr Emerson (REDE) e Mendonça Prado (DEM), não será fácil prever, com tanta antecipação, o resultado da eleição, mesmo que as pesquisas digam o contrário.

Entre eles, há o que o que “parece não passar de um dígito” e “o rejeitado”. Com grupos fortemente engajados nas ruas e boa estratégia de campanha, podem ir para o 2º turno.

O mesmo pode ocorrer com os “outros”, pequenos que podem tornar-se grandes na repulsa do eleitorado ao que está aí.

 

Fonte: NE Notícias

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