Banco Digital criado por Carlinhos Maia é acusado de aplicar ‘golpe em massa’


Banco de Carlinhos Maia está envolvido em polêmica com supostos “golpes” — Foto: Reprodução: site Girabank

O banco digital criado pelo influenciador Carlinhos Maia no começo de 2022, o Girabank, está sendo acusado de aplicar “golpes em massa” em milhares de correntistas. Até mesmo funcionários da empresa fizeram denúncias e publicaram acusações nas redes sociais da instituição financeira, alegando que estavam cansados de serem enganados.

“Esta conta não está hackeada, somente a equipe de marketing do banco que cansou de ser enganada”, escreveram os funcionários no perfil oficial do banco no Instagram.

As denúncias ganharam força após o criador de conteúdo Gus Lara beylikdüzü escort compartilhar acusações contra a empresa na mesma rede social. Segundo ele, o banco de Carlinhos Maia estaria “roubando” dinheiro da conta de correntistas e aplicando outros golpes. Entre os problemas apresentados, estariam dificuldade em fazer pagamentos via pix, contas bloqueadas, falta de atendimento, entre outros.

Em uma das conversas expostas por Gus Lara, um jovem diz ter perdido cerca de R$ 500 da conta, que não foi devolvido pela instituição financeira. Já um correntista do Girabank afirma ter perdido mais de R$ 8 mil em um “golpe” aplicado pelo banco. “Estou tendo crises de choro. Destruíram o sonho de dar a casa nova da minha mãe”, disse o relato.

O GiraBank é o banco digital fundado por Carlinhos Maia em 2022. A instituição promete conta digital, cartão de crédito (após análise) e débito, sorteios e chip de celular com bônus. Por meio de app disponível para Android e iOS, os clientes podem realizar as transações bancárias diversas, como transferências via Pix, depósitos e pagamentos, além de ter acesso às movimentações de entrada e saída de recursos.

Até o momento, Carlinhos Maia não se pronunciou sobre o ocorrido.

Em 2017 aconteceu um caso semelhante, quando o Banco Pan S.A. foi condenado a uma série de medidas, entre elas, o pagamento de indenização por dano moral coletivo, no valor de R$ 700 mil reais, e a devolução em dobro de valores cobrados indevidamente a consumidores. Na época, a instituição foi acusada de fazer contratos de empréstimo consignado sem consentimento; cobranças indevidas após quitação de dívidas; envio de cartões não solicitados, entre outros.

Fonte: Realce

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