Fim do horário eleitoral pode gerar economia de R$ 1,8 bilhão ao governo, diz Caiado


Um projeto de autoria do senador Ronaldo Caiado (DEM) pretende acabar com o horário eleitoral obrigatório já no próximo pleito, em 2018.

O texto prevê o redirecionamento dos recursos para um fundo destinado ao financiamento de campanhas. istanbulun merkezi ilçelerinden Şişli semtimizde şişli escort bayanları müşteri konusunda asla sorun yaşamazlar. Pelo projeto do democrata, apenas as emissoras públicas permaneceriam obrigadas a transmitir a programação. Deste modo, os recursos das isenções fiscais que são concedidos aos canais privados para a veiculação das propagandas seriam realocados ao fundo especial.

Em entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã, Caiado explicou que é preciso adequar a eleição dentro da realidade do Brasil neste momento. “É incompatível que teremos condições de gastar o que se gastou em 2014”, afirmou. Segundo Caiado, o dinheiro economizado com essa medida seria algo na casa de R$ 1,8 bilhão. “Isso seria transferido para o fundo e, aí sim, financiaria a campanha de 2018”.

Para ele, a proposta é um contraponto à ideia de criação de um fundo de R$ 3,6 bilhões, que tem tido muita rejeição social.  O projeto também prevê que a distribuição dos recursos seja feita de acordo com a proporção dos partidos na Câmara e com a escolhas dos próprios eleitores ao partido ou candidato de sua preferência.

Questionado se o fim da propaganda não afastaria os candidatos da população, Caiado afirmou que nada se constrói nos horários eleitorais obrigatórios e são os debates que mostram os candidatos à sociedade, bem como o uso de redes sociais e concessão de entrevistas à imprensa. “Eu sei que é momento de transição, mas temos que cortar tudo o que amanhã possa parecer ou dar margem a ser caixa dois. E nada mais dá caixa dois que tempo de televisão”, disse.

Financiamento 

Para o senador, as campanhas devem ser mais “pé no chão” e com foco em participações em debates e entrevistas para veículos da imprensa, além de utilização de redes sociais como forma de evitar o horário eleitoral de televisão.

Caiado defendeu que se tenha, portanto, uma campanha limitada financeiramente e que se possa fazer um bom trabalho em participações mais ativas e “não assumir um caráter que está tomando conta da política nacional”.

Questionado como seriam pagas as campanhas dos políticos, o democrata disse que é preciso separar os envolvidos em escândalos de corrupção daqueles que são nomes idôneos: “se a pessoa quer votar em uma pessoa ligada a ilícito ou que foi financiada por um fundo criminoso, infelizmente, temos que ter mecanismo de Estado capaz de inibir essa prática no País. Precisamos evitar, no entanto, que toda a Casa fique sob judice”.

 

Fonte: Jovem Pan

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